Congelamento de óvulos

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Congelamento de óvulos

Com a evolução das técnicas de congelamento, novos horizontes têm se aberto aos casos que necessitam de preservação de fertilidade. Até o início dos anos 2000, apenas o congelamento de espermatozoides era bem conhecido, mas técnicas recentes têm sido desenvolvidas para uso do método em óvulos.

A criopreservação de óvulos vem sendo pesquisada há 25 anos e, apesar da fragilidade do óvulo humano, os resultados atuais autorizam a utilização clínica dessa metodologia com certa margem de segurança. No momento oportuno, esses óvulos podem ser descongelados, fertilizados e os embriões transferidos ao útero. A criopreservação dos óvulos é uma excelente alternativa para:

– Ciclos de fecundação in vitro em que se quer restringir o número de óvulos a serem fertilizados.

– Manutenção do futuro reprodutivo das mulheres, sem as implicações éticas e religiosas que o armazenamento de embriões pode gerar.

– Aumentar a probabilidade de gestação futura de mulheres jovens que, por motivos pessoais, desejam postergar a maternidade para após os 35 anos, quando o potencial reprodutivo diminui significativamente.

– Auxiliar a preservação da capacidade reprodutiva em pacientes que se submetem a tratamento oncológico, como a quimioterapia e a radioterapia, que podem causar danos irreversíveis aos ovários.

– Proteger as pacientes suscetíveis à síndrome do hiperestímulo ovariano na indução da ovulação, podendo, neste caso, optar pelo congelamento de todos os óvulos para, em ciclo posterior, proceder com a fertilização e a transferência dos embriões.

A Genesis é pioneira nesta técnica no Centro-Oeste, com o primeiro nascimento em 2010. Em 2016, duas mulheres que tiveram câncer de mama deram à luz com óvulos que estavam congelados há mais de 5 anos.

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