Inseminação Artificial

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Inseminação Artificial

É uma técnica simples também chamada de inseminação intrauterina, que consiste na transferência de espermatozoides processados em laboratório para o interior do útero da mulher, após esta ter sido estimulada para a ovulação. Portanto, o encontro entre óvulos e espermatozoides ocorre à semelhança do natural e, para o sucesso do tratamento, é condição essencial a comprovação da permeabilidade das trompas.

Geralmente, a inseminação artificial está indicada após tentativas mais simples como o coito programado. São principais candidatos ao procedimento casais com problemas de ovulação, muco cervical, alterações leves das características do sêmen, disfunção erétil ou ejaculatória, ou aqueles cuja causa de infertilidade não tenha sido identificada.

Estudos já demonstraram que a inseminação artificial não é eficaz em casos de baixa contagem de espermatozoides. Por motivos claros, a ausência de gametas masculinos impossibilita o casal de realizar esta técnica e em casos especiais, a GENESIS oferece a possibilidade de se utilizar sêmen de doador, obtido a partir de bancos de sêmen do Brasil e exterior.

O sucesso da inseminação artificial depende do fator causal ou da associação de fatores concorrentes para a infertilidade. Pode-se dizer, contudo, que as taxas de gravidez por ciclo de tentativa girem em torno de 10% a 20%. Não está indicada para mulheres acima de 40 anos.

É fundamental frisar que 90% das gravidezes por esta técnica ocorrem até o terceiro ou quarto ciclo de tentativa. Após a quarta falha, está indicada a continuidade do tratamento por procedimento de maior complexidade.

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